Norma epi relativa a luvas

Nesta secção, explicamos-lhe as normas existentes para o ajudar a encontrar a luva mais adequada às suas necessidades.

Logotípos

  • 2009EN420:2003+A1:2009
  • 200320032003EN374-1-2-3:2003
  • 1999EN381-7:1999
  • 2003EN388:2003
  • 2004EN407:2004
  • 2010EN421:2010
  • 2006EN511:2006
  • 2009EN659:2003+A1:2009
  • EN12477:2001+A1:2005 - Tipo A - Tipo B
  • 2014 EN16350:2014

Introdução ao novo regulamento

Recentemente, foi promulgado o Regulamento (UE) n.o 2016/425, aprovado pelo Parlamento Europeu, que substituirá a Diretiva 89/686/CEE e que continuará a ter como objetivo principal garantir a segurança e a saúde dos utilizadores de equipamentos de proteção individual.

Principais alterações:

1. Âmbito de aplicação.
2. Classificação dos riscos.
3. Requisitos básicos de saúde e segurança (mínimos).
4. Procedimento de avaliação da conformidade.
5. Requisitos documentais.

Entrada em vigor do Regulamento (UE) n.o 2016/425

• Entrou em vigor em 17 de abril de 2016, com exceção dos artigos relativos aos Organismos Notificados, ao Comité e às Sanções.
• Até 21/04/2018, apenas poderão ser comercializados EPI nos termos da Diretiva 89/686/CEE
• O Regulamento é aplicável a partir de 21/04/20188.
• Os EPI que cumpram a Diretiva 89/686/CEE e tiverem sido colocados no mercado antes de 21/04/2019 serão aceites.
• Os certificados CE de tipo que não estejam caducados serão válidos até 21/04/2023.

Categorias de riscos dos epi (de acordo com o novo regulamento 2016/425)

CAT I

Inclui os seguintes riscos mínimos: lesões mecânicas superficiais, contacto com produtos de limpeza de baixa agressividade ou contacto prolongado com a água, contacto com superfícies quentes de temperatura não superior a 50 oC, lesões oculares devido à exposição solar, condições atmosféricas não extremas.

CAT II

Inclui riscos diferentes dos riscos descritos nas categorias I e III.

CAT III

Inclui exclusivamente os riscos que podem ter consequências muito graves, como a morte ou danos irreversíveis para a saúde, relacionados com: substâncias e misturas perigosas para a saúde, atmosferas com falta de oxigénio, agentes biológicos nocivos, radiações ionizantes, ambientes quentes cujos efeitos sejam comparáveis aos de uma temperatura do ar igual ou superior a 100 oC, ambientes frios cujos efeitos sejam comparáveis aos de uma temperatura do ar igual ou inferior a -50 oC, queda de altura, choque elétrico e trabalhos sob tensão, afogamento, cortes por motosserras manuais, jatos de alta pressão, ferimentos por bala ou arma branca, ruídos prejudiciais.

EN 420:2003+A1:2009 Norma geral relativa às luvas

A norma UNE-EN 420 é uma norma de referência que deve ser utilizada em conjunto com as normas específicas relativas ou aplicáveis às luvas de proteção. Esta norma define os requisitos em matéria de ergonomia, composição, grande visibilidade, segurança, limpeza, conforto e eficácia, marcação e informação aplicáveis a todas as luvas de proteção, com exceção das luvas destinadas a trabalhos elétricos e cirúrgicos.

  • Desenho e fabrico da luva (tamanhos, destreza, etc.)
  • Resistência à penetração da água - opcional
  • Segurança das luvas de proteção
  • O pH deve estar compreendido entre 3,5 e 9,5
  • A concentração de crómio não deve exceder 3 ppm
  • Teor em proteínas livres
  • Propriedades eletrostáticas - opcional

EN388:2003 – Riscos mecânicos

Esta norma aplica-se a todos os tipos de luvas de proteção destinadas a proteção contra riscos mecânicos e físicos provocados por abrasão, corte por lâmina, perfuração, rasgo e corte por impacto (não se aplica às luvas antivibração).

Abrasão

Amostras circulares do material de ensaio são submetidas a abrasão sobre uma carga conhecida, com um movimento plano cíclico, resultante de dois movimentos em ângulo reto. A resistência à abrasão é medida pelo número de ciclos necessários para realizar uma perfuração. Se a luva for composta por diversas camadas, o ensaio deverá ser realizado sobre cada camada, sendo a classificação atribuída como a soma dos ciclos necessários para perfurar cada uma das camadas.

O papel abrasivo Oakey Glass Quality Cabinet Paper Grade F2- GRIT 100 utilizado até agora já não está disponível.

Atualmente, utilizamos o papel abrasivo KINGSPOR PL31B – GRIT 180, que é o recomendado pelo comité técnico CEN/TC248 WG8 e pelo grupo vertical de Organismos Notificados de Equipamentos de Proteção Individual.

Ver a diferença:

Oakey Glass – GRIT 100 Kingspor PL31B – GRIT 180

Oakey GlassKingsporEquipo

Este novo papel abrasivo é mais agressivo e, em determinados materiais, o comportamento face à abrasão é um pouco inferior relativamente ao obtido com o material anterior.

Corte

As amostras de ensaio e controlo, acondicionadas e dispostas de acordo com a norma, são submetidas à ação da lâmina circular, também normalizada, dotada de movimento alternativo, na sequência estabelecida para a realização do ensaio, até que seja produzido o corte. A massa aplicada à lâmina proporciona uma força de 5 N. A sequência de ensaio realiza-se cinco vezes, obtendo-se o índice de resistência ao corte por lâmina; a classificação é atribuída de acordo com o valor mínimo obtido, pelo menos, nos 10 índices que constituirão o relatório dos ensaios.

O método de ensaio em vigor não é fiável para materiais resistentes aos cortes que tenham um efeito de embotamento do fio de corte das lâminas.

Equipo corteEquipo corte

Rasgo

Define-se como a força necessária para rasgar uma amostra de ensaio que tenha sido cortada previamente de acordo com as indicações da norma EN 388.

Os ensaios serão realizados com amostras constituídas por uma de cada quatro luvas distintas da mesma série. No caso de amostras compostas por várias camadas, o ensaio será realizado separadamente em cada camada e a classificação basear-se-á no maior valor obtido.

A resistência ao rasgo de cada amostra será o maior pico registado e a classificação é atribuída tendo em conta o menor dos quatro valores.

Equipo rasgado

Perfuração

A amostra cortada e acondicionada de acordo com a norma EN 388 é montada sobre um dispositivo de suporte centrado no eixo de uma máquina de compressão de baixa inércia, capaz de aplicar e medir forças entre 0 e 500 N. Centrado sobre o eixo da máquina, é colocado um punção normalizado que se move na direção da amostra de ensaio a uma velocidade de 100 mm/min até atingir um afastamento da mesma de 50 mm. Será registado o maior valor da força aplicada até que se produza a perfuração.

A classificação será atribuída de acordo com o menor valor registado com quatro amostras cortadas da mesma série.

Equipo rasgado

Novos níveis de acordo com a norma prEN 388:2016

A nova norma EN 388 incorpora dois novos ensaios para obter a resistência de corte descrevemos a seguir:

Corte vertical

Equipo corte vertical

Para materiais com elevada resistência ao corte que tenha um efeito de embotamento da lâmina, se, após a primeira sequência do número de ciclos numa das amostras ensaiadas, Cn+1 for maior do que trêsvezes ( três vezes) Cn, executa-se o método de ensaio de resistência ao corte de acordo com a norma EN 13997.

EN ISO 13997 Nível A Nível B Nível C Nível D Nível E Nível F
Resistência ao corte (N) 2 5 10 15 22 30

Contra impacto

De acordo com a norma EN 13594:2015, com uma energia de impacto de 5J. O pico médio da força transmitida não deve exceder 4 kN para um resultado individual e a média da força transmitida será igual ou inferior a 7 kN. Além disso, nenhuma zona da luva deve apresentar fraturas ou quebras suscetíveis de produzir bordos cortantes e a parte da pele de camurça situada entre a amostra e a bigorna não deve apresentar rasgos nem perfurações.

Requisitos da nova marcação
2016

Nível de desempenho 1 2 3 4 5
a) Resistência à abrasão (ciclos) 100 500 2000 8000 -
b) Resistência ao corte por lâmina (índice) 1.2 2.5 5.0 10.0 20.0
c) Resistência ao rasgo (Newtons) 10 25 50 75 -
d) Resistência a punções (Newtons) 20 60 100 150 -
Níveis de rendimento A B C D E F
e) Resistência ao corte vertical 2 5 10 15 22 30
f) Proteção contra impactos SUPERADO OU FALHADO
  • Nota: Superado ou falhado
  • 0 indica – que a luva está abaixo do nível de desempenho mínimo para o risco individual indicado.
  • X Indica - que a luva não foi submetida ao ensaio ou que o método de ensaio parece não ser o adequado para o desenho ou o material da luva.

EN 374:2003 Riscos químicos

A norma EN 374 estabelece os requisitos aplicáveis às luvas destinadas à proteção do utilizador contra os produtos químicos e os microrganismos. Existem dois tipos de ensaios, como a penetração e a permeabilidade, que descrevemos a seguir.

Penetração:

As luvas não devem apresentar fugas durante os ensaios. As luvas de um lote simples devem ser selecionadas e inspecionadas de acordo com a norma ISO 2859. Os níveis de inspeção e de qualidade aceitável (NQA) devem corresponder aos dados do quadro:

Nível de peso Nível de qualidade aceitável Níveis de inspeção
Nivel 3 0,65 G1
Nivel 2 1,5 G1
Nivel 1 4 S4

O primeiro ensaio a realizar consiste em comprovar a fuga de ar. Para o efeito, é submergida uma luva em água e o seu interior é submetido a uma determinada pressão de ar. A existência de fugas é detetada pelo aparecimento de uma corrente de borbulhas de ar na superfície da luva.

Permeabilidade:

A resistência do material de uma luva de proteção à permeabilidade a um produto químico sólido ou líquido é determinada medindo o tempo de passagem do produto químico através do material da luva.

Tempo de penetração médio Índice de proteção
> 10 minutos Classe 1
> 30 minutos Classe 2
> 60 minutos Classe 3
> 120 minutos Classe 4
> 240 minutos Classe 5
> 360 minutos Classe 6

Alterações de acordo com a norma prEN 374-1:2016

  • Uma das principais novidades introduzidas por este projeto de norma é a introdução de requisitos para avaliar a degradação da luva em contacto com compostos químicos.

    • Resistência a, pelo menos, 6 compostos químicos.
    • Resistência a, pelo menos, 3 compostos químicos.
    • Resistência a, pelo menos, 1 composto químico.
  • Deixa de existir a obrigação de ensaiar e comunicar os requisitos de resistência mecânica.
  • O pictograma utilizado para todos os tipos de luvas é uniformizado, deixando de existir o pictograma estabelecido para «baixa proteção química».
  • O parâmetro NQA estava relacionado com a idoneidade da luva, no que respeita à sua utilização contra microrganismos. Ao ser excluído da norma prEN 374-1-2016, é eliminada a obrigação de comunicar este parâmetro.

Lista de substâncias químicas de ensaio

LETRA CÓDIGO Substância química Número CAS CLASSE
A Metanol 67-56-1 Álcool primário
B Acetona 67-64-1 Cetona
C Acetonitrilo 75-05-8 Composto de nitrilo
D Diclorometano 75-09-2 Hidrocarboneto clorado
E Dissulfureto de carbono 75-15-0 Composto orgânico sulfuroso
F Tolueno 108-88-33 Hidrocarboneto aromático
G Dietilamina 109-89-7 Amina
H Tetrahidrofurano 109-99-9 Éter heterocíclico
I Acetato de etilo 141-78-6 Éster
J N-Heptano 142-82-5 Hidrocarboneto saturado
K Hidróxido de sódio 40 % 1310-73-2 Base inorgânica
L Ácido sulfúrico a 96 % 7664-93-9 Ácido mineral inorgânico, oxidante
M (nuevos) Ácido nítrico 65 % 7697-37-2 Ácido mineral inorgânico, oxidante
N (nuevos) Ácido acético 99 % 64-19-7 Ácido orgânico
O (nuevos) Hidróxido de amónio 25 % 1332-21-6 Base orgânica
P (nuevos) Peróxido de hidrogénio 30 % 7722-84-1 Peróxido
Q (nuevos) Ácido fluorídrico 40 % 7664-39-3 Ácido inorgânico mineral
R (nuevos) Formaldeído 37 % 50-00-0 Aldeído

De acordo com a norma prEN 374-5:2016

  • A norma prEN 374-5:2016 será uma nova norma integralmente dedicada à proteção contra os microrganismos.
  • As luvas que ofereçam proteção também contra vírus deverão refletir essa característica na marcação mediante a utilização da palavra «VÍRUS» sob o pictograma correspondente.
  • Se o ensaio de proteção contra vírus não tiver sido efetuado, deve aditar-se a advertência «não ensaiado para vírus».

EN 407:2004 Riscos térmicos

Esta norma especifica os métodos de ensaio, os requisitos gerais, os níveis de prestação de proteção química e a marcação aplicáveis às luvas de proteção contra o calor e o fogo. É obrigatória para todas as luvas de proteção contra o calor e/ou o fogo, calor de contacto, calor por convexão, calor radiante, pequenos salpicos ou grandes salpicos de metal fundido.

Comportamento ao fogo:

O material deverá cumprir os requisitos indicados no quadro. Além disso, não deve gotejar em caso de fusão. As costuras não devem abrir-se após um período de ignição de 15 segundos

Nível de desempenho Período de pós-ignição Período de pós-incandescência
1 ≤ 20 Sem requisito
2 ≤ 10 ≤ 120
3 ≤ 3 ≤ 25
4 ≤ 2 ≤ 5

Calor por contacto:

O material deve cumprir:

Nível de desempenho Temperatura de contacto Tempo(s) limite
1 100 ≥ 15
2 250 ≥ 15
3 350 ≥ 15
4 500 ≥ 15

Calor por convecção:

O material deve cumprir:

Nível de desempenho Índice de transferência de calor HTI
1 ≥ 4
2 ≥ 7
3 ≥ 10
4 ≥ 18

Calor radiante:

O material deve cumprir:

Nível de desempenho Índice de transferência de calor t3
1 ≥ 5
2 ≥ 30
3 ≥ 90
4 ≥ 150

Pequenos salpicos:

O número de gotas necessário para aumentar a temperatura em 40 oC deverá corresponder aos requisitos do quadro:

Nível de desempenho Número de gotas
1 ≥ 5
2 ≥ 15
3 ≥ 25
4 ≥ 35

Grandes salpicos:

A película de PVC que simula a pele não apresenta qualquer alisamento nem qualquer outra alteração da superfície rugosa com nenhuma das quantidades de ferro utilizadas.

Nível de desempenho Ferro fundido (g)
1 30
2 60
3 120
4 200

EN 381-7:1999 Riscos por motosserra

As luvas das duas mãos devem cumprir os requisitos indicados a seguir:

Ensaio – Nível de desempenho de acordo com a norma EN 388
Resistência à abrasão – 2 (apenas na camada exterior da luva)
Resistência ao corte – 1
Resistência ao rasgo – 2
Resistência à perfuração – 2

A proteção contra o corte por motosserras deve ser avaliada com as seguintes velocidades da corrente:

Classe m/s
Classe 0 16 m/s
Classe 1 20 m/s
Classe 2 24 m/s
Classe 3 28 m/s

EN 511:2006 Proteção contra o frio

Esta norma define os requisitos e os métodos de ensaio aplicáveis às luvas que protegem contra o frio por convecção ou condução até uma temperatura de -50 oC. Este tipo de luvas deve cumprir, no mínimo, o nível 1 de resistência à abrasão e ao rasgo, de acordo com a norma EN 388.

Frio por convecção

O fator ITR (Isolamento térmico total) corresponde à resistência à perda de calor seco da mão equipada com uma luva, ou seja, a energia consumida para manter a mão a uma temperatura de 30 a 35 oC quando, fora da luva, esta temperatura for, pelo menos, 20 oC inferior.

Nível de desempenho Isolamento térmico ITR(MC/W)
1 0,10 ≤ ITR ≤ 0,15
2 0,15 ≤ ITR ≤ 0,22
3 0,22 ≤ ITR ≤ 0,30
4 0,30 ≤ ITR

Frio de contacto

A resistência térmica dos materiais deve cumprir:

Nível de desempenho Resistência térmica (MC/W)
1 0,025 ≤ R < 0,050
2 0,050 ≤ R < 0,100
3 0,100 ≤ R < 0,150
4 0,150 ≤ R

Impermeabilidade à agua

surge água 30 minutos após o início do ensaio. Se este ensaio for cumprido, será nível 1; caso contrário, será nível 0. Não existe outra possibilidade.

EN 659:2003˖A:2009 Proteção para bombeiros

Esta norma define os requisitos mínimos de desempenho e os métodos de ensaio aplicáveis às luvas de proteção para os bombeiros. Aplica-se apenas às luvas dos bombeiros que protegem as mãos durante operações de combate ao fogo, incluindo as operações de busca e salvamento.

A longitude mínima das luvas para bombeiros deve ser:

Tamanho da mão 6 7 8 9 10 11
Longitude mínima da luva (mm) 260 270 280 290 305 315

As luvas devem ser compatíveis com as mangas do vestuário de proteção.

Abrasão

Deve ser obtida uma classificação mínima de desempenho de nível 2 (500 ciclos)

Corte

Deve ser obtida uma classificação mínima de desempenho de nível 2 (índice 2,5)

Rasgo

Deve ser obtida uma classificação mínima de desempenho de nível 2 (25 N)

Perfuração

deve ser obtida uma classificação mínima de desempenho de nível 2 (60 N)

Comportamento ao fogo

Deve ser obtido um nível de desempenho mínimo de 4 (período de pós-combustão ≤ 2 s e período de pós-incandescência ≤ 5 s. Se o material fundir, não devem formar-se gotas. A costura situada na zona de aplicação da chama não deve abrir-se após um período de exposição de 15 segundos.

Calor por convecção

Para cada material ou conjunto de materiais, deveráobter-se (deverá obter-se) uma classificação mínima de nível de desempenho 3 (HTI ≥ 10).

Calor radiante

Deve obter-se, no mínimo, um tempo T2 de 15 segundos.

Calor de contacto

Com uma temperatura de contacto de 250ºC, calcula-se a média aritmética dos três valores de tempo t1 e aproxima-se ao segundo inteiro mais próximo. Deve obter-se, no mínimo, um tempo T1 de 10 com a classificação mínima de s.

Resistência do material do forro ao calor

O material do forro mais próximo da pele não deve fundir-se nem gotejar.

Destreza

Deve obter-se, no mínimo, um nível de desempenho de 1.

Luvas ensaiadas de acordo com o Regulamento 10/2011 para a alimentação.

Descartáveis

REFERÊNCIAS Composição Certificado Substâncias Apto para alimentos
520 Luva descartável de látex natural com pó 2014TM0171 A e D1 Aquosos, alcoólicos e lácteos com pH superior a 4,5
530 Luva descartável de látex natural sem pó 2014TM0382 A e D1 Aquosos, alcoólicos e lácteos com pH superior a 4,5
530B Luva descartável de látex azul sem pó 2014TM0172 A e D1 Aquosos, alcoólicos e lácteos com pH superior a 4,5
532B Luva descartável de látex azul sem pó 2014TM0173 A e D1 Aquosos, alcoólicos e lácteos com pH superior a 4,5
540 Luva descartável de vinilo natural com pó 2014TM0178 B e C Aquosos, alcoólicos até um grau de 20 %
550 Luva descartável de vinilo natural sem pó 2014TM0179 B e D1 Aquosos, ácidos, alcoólicos e lácteos
560 Luva descartável de nitrilo azul com pó 2014TM0180 C e D2 Aquosos, alcoólicos com pH superior a 4,5
560E Luva descartável de nitrilo azul económico 2014TM0383 C e D2 Aquosos, alcoólicos com pH superior a 4,5
561 Luva descartável de nitrilo azul com pó 2014TM0174 D1 e D2 Aquosos, alcoólicos e lácteos com pH superior a 4,5
570 Luva descartável de nitrilo azul sem pó 2014TM0181 B, D1 e D2 Para todos os alimentos
570E Luva descartável de nitrilo azul económico 2014TM0384 B, D1 e D2 Para todos os alimentos
571 Luva descartável de nitrilo azul sem pó 2014TM0182 A, B e D2 Para todos os alimentos
572B Luva descartável de nitrilo sem pó 2014TM0177 C e D2 Aquosos, alcoólicos com pH superior a 4,5
580OR Luva descartável de nitrilo 2015TM0459 D1 e D2 Aquosos, alcoólicos, lácteos e alimentos gordos com fator de redução (X/3 ou superior) e com pH superior a 4,5
580NR Luva descartável de nitrilo 2015TM0460 D1 e D2 Aquosos, alcoólicos, lácteos e alimentos gordos com pH superior a 4,5
304674 Luva descartável de nitrilo      
PB509 Luva descartável de látex azul com pó 2014TM0176 D1 Aquosos, alcoólicos e lácteos
PP2328 Luva descartável de látex natural com pó 2014TM0175 C Aquosos, alcoólicos com pH superior a 4,5

Sem suporte

REFERÊNCIAS Composição Certificado Substâncias Apto para alimentos
611 B Luva sem suporte de látex acetinado 2014TM0324 B, D1 e E Aquosos, ácidos, alcoólicos, lácteos e secos
611 N Luva sem suporte de látex acetinado 2014TM0323 D1 e E Aquosos, alcoólicos, lácteos e secos
621B/38 Luva sem suporte de látex natural 2014TM0321 B, D1 e E Aquosos, ácidos, alcoólicos, lácteos e secos
621/38 Luva sem suporte de látex natural 2014TM0320 D1 e E Aquosos, alcoólicos, lácteos e secos
621 Y Luva sem suporte de látex natural 2014TM0322 B, D1 e E Aquosos, ácidos, alcoólicos, lácteos e secos
811 Luva sem suporte de nitrilo acetinado 2014TM0328 B, D1 e D2 Para todos os alimentos
811C/38 Luva sem suporte de nitrilo acetinado 2014TM0327 B, D1 e D2 Para todos os alimentos
811C/55 Luva sem suporte de nitrilo acetinado 2014TM0326 B, D1 e D2 Para todos os alimentos
821 Luva sem suporte de nitrilo flocado 2014TM0325 B, D1 e D2 Para todos os alimentos

Resto

REFERÊNCIAS Composição Certificado Substâncias Apto para alimentos
308 Manopla de crutes com anéis 2014TM0526 E  
413 POL Luva de poliamida sem punho 2014TM0262 A, B e D2 Para todos os alimentos
3935 - 3945 Luva de neopreno, suporte de espuma de algodão 2015TM0191 D1 Aquosos, alcoólicos e lácteos
4400 - 4410 Luva de fibra Dyneema mesclada com fibra de vidro 2015TM0718 B e D1 Para todos os alimentos
4408 Luva de fibra Dyneema com revestimento em poliuretano 2015TM0382 B e D1 Para todos os alimentos
4425 Luva de fibra Dyneema com revestimento duplo de nitrilo 2015TM0196 B e D1 Aquosos, ácidos, alcoólicos e lácteos
4438 Luva de fibra Dyneema mesclada com fibra de vidro 2014TM0513 D1 e D2 Aquosos, alcoólicos, lácteos e alimentos gordos com fator de redução (X/3 ou superior)
4530 – 5735 NÃO SE ATUALIZA O CERTIFICADO PARA USO ALIMENTAR OK J.P. 06.03.2015
5000 B Luva de fibra térmica Thermastat sem costuras 2014TM0031 A, B e D2 Para todos os alimentos
5010 - 5013 BL Luva de fibra Dyneema Galga 10 2014TM0334 B, D1 e D2 Aquosos, alcoólicos, lácteos e alimentos gordos com fator de redução (X/2 ou superior)
5010 - 5013 GY Luva de fibra Dyneema Galga 10 2014TM0345 B, D1 e D2 Aquosos, alcoólicos, lácteos e alimentos gordos com fator de redução (X/3 ou superior)
5115 Luva de espuma de nitrilo com forro interior de nylon 2015TM0720 D1 e D2 Aquosos, alcoólicos, lácteos e alimentos gordos com fator de redução (X/2 ou superior) e com pH superior a 4,5
5130W - 5130HCW Luva sem costuras, fibras sintéticas 2015TM0658 B e D1 Aquosos, ácidos, alcoólicos e lácteos
5135 Luva de espuma de nitrilo azul 2014TM0397 D1 Aquosos, alcoólicos, lácteos, com pH superior a 4,5
5160 - 5160HC Luva de nylon sem costuras com revestimento de nitrilo 2014TM0417 B, D1 e D2 Para todos os alimentos
5160 PPU   2014TM0579 B, D1 e D2 Aquosos, alcoólicos, lácteos e alimentos gordos com fator de redução (X/4 ou superior)
5160 W Luva de nylon sem costuras com revestimento de nitrilo 2015TM0198 B e D1 Aquosos, ácidos, alcoólicos e lácteos
5830 Luva de látex natural sobre suporte de algodão 2015TM0190 C Aquosos e alcoólicos com pH superior a 4,5
AC5,440 Luva de nylon sem costuras com revestimento de nitrilo 2015TM0719 D1 e D2 Para todos os alimentos com pH superior a 4,5
DCRNM1 Luva de fibra Dyneema Galga 10 2014TM0514 B e D1 Aquosos, ácidos, alcoólicos e lácteos
DCRNM7 Luva de fibra Dyneema Galga 7 2014TM0520 B e D1 Aquosos, ácidos, alcoólicos e lácteos
DY008SP Luva de fibra Dyneema com revestimento de poliuretano 2015TM0717 B e D1 Aquosos, ácidos, alcoólicos e lácteos
DY012BL Luva de fibra Dyneema com revestimento 2014TM0351 D1 e E Aquosos, alcoólicos, lácteos e secos com pH superior a 4,5
G16800 Luva com revestimento de látex rugoso 2015TM0341 E Para alimentos secos
GB16800 Luva com revestimento de látex rugoso 2015TM0340 E Para alimentos secos
NI00 - NI10 Luva sem costuras, fibras sintéticas 2015TM0067 B e D1 Aquosos, ácidos, alcoólicos e lácteos
NT30 Luva de fibra Dyneema com revestimento de nitrilo 2015TM0197 B e D1 Aquosos, ácidos, alcoólicos e lácteos
NX00 – NX10 NÃO SE ATUALIZA O CERTIFICADO PARA USO ALIMENTAR OK J.P. 21.03.2014
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